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O Atalho


V
oltando para casa, em uma dessas manhãs maravilhosas, Nasrudin pensou que seria uma boa idéia tomar um atalho pelo mato.

"Porquê", perguntava a si mesmo, "deveria arrastar-me por uma estrada poeirenta, quando posso estar em comunhão com a natureza, ouvindo o canto dos passáros e admirando as flores? Este é um dia verdadeiramente especial, um dia para se buscar a boa fortuna."

Dizendo isso, adentrou na floresta. No entanto, não havia ido muito longe, quando caiu num buraco, e ali permaneceu deitado em reflexão.

"Afinal de contas, não é lá um dia assim tão afortunado... Mas, foi melhor ter vindo por esse atalho... Se coisas assim podem acontecer num cenário tão bonito como esse, imagina o que não me poderia ter me acontecido naquela estrada imunda?"



Comentários

  1. Bom dia, Nasrudin! Esta floresta deve ter alguma coisa pra nos ensinar, inclusive os buracos! rsrsrsrs Ótima história.
    Grande abraço de Páscoa.

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  2. O Nasrudin tb joga o "jogo do contente"? Vá ver que a Poliana andou lendo contos árabes e foi daí que retirou o seu célebre jogo de resignação com alegria rsrsrs

    Abraço fraterno, Mestre.

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